NEPE RC EVANGELHO DE MATEUS

EVANGELHO DE MATEUS 16.05.2026

Estudo do Evangelho de Mateus 9:18–26

📚 Materiais e Referências

Estudo do Evangelho de Mateus 9:18–26:


  1. (00:26–03:07) O grupo abre a sessão semanal de sábado do NEP (Novo Estudo do Evangelho) sobre o Evangelho de Mateus, focando no capítulo 9, versículos 18–26 — a cura da mulher hemorroíssa e a ressurreição da filha de Jairo. Os participantes são Jaime (anfitrião), Daniele (SP) e Francisco (SE).
  2. (05:26–06:25) Daniele destaca uma observação do livro Jesus, o Terapeuta, de Cláudio Fajardo: a ligação simbólica entre os 12 anos de sofrimento da mulher hemorroíssa e os 12 anos de idade da menina, sugerindo uma possível conexão espiritual entre os dois casos.
  3. (07:22–10:57) A "multidão" na narrativa é interpretada como a multidão interior de vícios, dúvidas e sombras que carregamos e que nos impedem de nos aproximarmos do Cristo. A aproximação da mulher por trás é lida como vergonha e indignidade — mas também como um primeiro contato periférico com o Evangelho, pois ninguém começa o crescimento espiritual pelo centro.
  4. (18:25–27:09) Jaime explora o significado das tzitzit judaicas (franjas nas vestes), explicando que tocar a orla da veste do Cristo pode ter simbolizado a reconexão da mulher com a Torá e com a lei divina. O próprio Jesus encarnava a lei corretamente aplicada, em contraste com as distorções dos fariseus.
  5. (28:52–33:55) O gesto deliberado de Jesus ao perguntar "quem me tocou?" é interpretado como um convite para que a mulher reconhecesse publicamente a sua cura — para dar testemunho da sua fé e permitir que aquela virtude se fixasse nela de forma permanente através do ato de assumir o que havia feito.
  6. (41:50–49:27) O grupo reflete que aproximar-se do Cristo não apaga imediatamente as dívidas cármicas, mas abre um caminho para recomeçar e agir de forma diferente. Daniele compartilha sua experiência pessoal com a ansiedade como exemplo de que o desequilíbrio interior causa sintomas físicos — e que a cura começa pelo autoconhecimento e pela responsabilidade sobre as próprias escolhas.
  7. (50:27–58:26) Jaime apresenta um processo de quatro etapas para a transformação espiritual, atribuído a "Aciuni": conhecer → meditar → sentir → viver. Ele explica que a verdadeira mudança exige conectar a razão ao sentimento moral, e que esse processo pode atravessar múltiplas vidas — mas cada passo conta.
  8. (1:07:25–1:12:02) Com base na interpretação de Cláudio Fajardo, o grupo discute como os espíritos ligados à mulher hemorroíssa — atraídos pelo seu desequilíbrio energético — podem ter se deslocado para a filha de Jairo no momento em que ela foi curada, reforçando a ligação simbólica e espiritual entre o número 12 e as fases cíclicas da reencarnação e do aprendizado.
  9. (1:24:03–1:28:06) As seis pessoas presentes na ressurreição da menina — Jesus, Pedro, Tiago, João, o pai e a mãe — são interpretadas simbolicamente: Jesus como o guia; Pedro como firmeza e disciplina; Tiago como o testemunho vivido; João como o amor; e os pais como razão e fé unidas — todos necessários para a cura espiritual.
  10. (1:29:16–1:35:19) A sessão se encerra com a reflexão de que a salvação oferecida pelo Cristo não nos livra de ameaças externas, mas de nós mesmos — despertando o espírito "adormecido" para as verdades divinas. Os participantes lembram que somos espíritos imortais usando temporariamente um corpo físico, e que a doença, os desafios e o sofrimento são oportunidades de crescimento oferecidas por um Deus amoroso.
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